terça-feira, 19 de novembro de 2013

Que não seja eterna essa angustia...



Vai embora angustia do meu peito
me deixe viver,
vai embora o que aquieta o meu ser.

Não tenho pra onde ir,
nem quem me socorrer, nessa terra dos viventes
onde tento me esconder.

Essa angustia que me asfixia,
tá presente a noite
e também todo o dia.

Minha alma grita dentro de mim,
eu não quero sofrer assim!

Clamo ao meu Senhor!
Socorre-me por favor!
Não me deixe nessa angustia morrer.
Sei que és o único que vem me libertar,
então, venha me acalentar.
Tira do meu peito o que eu pensei haver um jeito,
e me faz aceitar o FIM,
do amor que não é pra mim.
(Simone Prado)

3 comentários:

  1. Hoje com um misto de amargura
    e um pouco de tristeza
    por ver , que a vida e a sorte
    não gosta de brincadeira.
    È uma felicidade infinita quando posso
    deixar no seu blog um pedaçinho de mim.
    Eu me importo contigo por isso estou aqui
    trazendo um abraço apertado,
    perfumado e embriagador.
    Tenho certeza , que te deixo minha metade
    porque se deixar inteira minha saudade ,
    choraras junto comigo.
    Um abraço com muita ternura nessa
    sua alma pura
    ,beijos amiga ,Evanir.

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  2. Se for dor genuína eu vou partilhá-la contigo...
    Se for somente uma alma sensível deixando fluir a sua escrita então eu a aplaudo...
    Em qualquer das situações estou presente...
    beijo amiga e fica com Deus
    anacosta

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  3. Comportando bem visível uma boa dose de amargura, não deixa de mostrar uma imaginação bem conseguida. Gostei bem do poema em si.

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