terça-feira, 30 de julho de 2013

AMOR BANDIDO

A dor que rasga meu peito nunca haverá de saber,
a lágrima que escorreu sem cessar na tristeza de te amar e te perder.
Dos dias de espera que agora se rompe em trapo,
jogados ao chão como um farrapo,
tirado de mim as vestes de volúpia,
como uma louca e desnuda.
Do nome que nunca gritei,
que ficou engasgado na garganta como um grito no meio do nada,
da menina que sorria feito criança,
esperando pra entrar na dança dos sonhos não vividos.
Embora tantos foram os dias sonhados agora rasgados na escuridão.
Do tempo que foi perdido andando sozinha em meio a multidão.
Queria agora rasgar  o peito e tirar de mim essa dor,
de um amor não vivido que um dia foi correspondido e que chamei de AMOR.
Vai amor bandido em outros braços ser feliz,
deixe o vento me  levar pra bem longe,
pra nunca mais te encontrar.
(Simone Prado)

2 comentários:

  1. Só no nome amor bandido
    Melhor será louco amor
    Amiga, não estou esquecido
    Continuo no rima blog eu te dou uma flor.
    Obrigado pela visita
    Meu dever a ela responder
    Continua escrevendo linda poesia
    Que eu sempre gostei e gosto de ler.
    Manda embora essa dor,
    Que te faz sofrer, dentro do teu peito
    Guarda dentro dele felicidade e amor
    Tudo em tua vida será perfeito!

    Bom dia e um beijo para você.
    amiga Simone Prado.
    Eduardo.

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  2. Uma partida, um rompimento traumático de um sentimento que foi pleno de amor... Lindo poetisa!

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