domingo, 30 de junho de 2013

Havia um porto...



                                                                               O porto de Colliure (imagem)

Havia um porto que parecia seguro,
atracava barcos vindo do litoral,
vinha também a maresia
com aquele cheiro de sal.

Havia um porto,
um porto havia,
onde os viajantes desciam
e rumavam cada qual em uma direção.

Tomavam seus destinos,
uns chegavam e outros não.
Havia um porto.

Um belo dia, que não era  tão belo assim,
não havia mais um porto,
apenas um vale inseguro,
um pântano obscuro,
que não mais barcos chegavam,
nem viajantes haviam.

Havia um horizonte sem fim,
que não se podia vizualizar,
apenas recordar,
de quando se podia olhar.
(Simone Prado)

5 comentários:

  1. Havia um porto e muitos barcos
    Onde chegavam, de onde partiam
    Se despediam com beijos e abraços
    Aqui no teu jardim as planta floriam.
    Pelos mares navegavam
    Sobre as ondas, grandes veleiros
    A outros continentes chegavam
    Felizes, contentes passageiros
    Homens e mulheres, elegantes
    Cidadãos estrangeiros
    Homens de negócio e viajantes!
    A este porto eu cheguei
    No pensamento viajando
    Aqui te encontrei
    Amiga Simone Prado.
    Boa noite e um beijo
    Do teu amigo Eduardo.

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  2. Olá amiga, bom ver vc por aqui, o poema me faz pensar em lugares que as vezes visitamos e quando pensamos em voltar não existem mais, uma pena! Bjoooooooss

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Olá amiga Simone, gostei do texto, que bom que voltou a escrever!
    Desejo-te uma boa noite!
    Beijos em seu coração, da sua amiga Fernanda!

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  4. Querida Simone, achei um pouco melancólico esse seu poema, embora com a sensibilidade de sempre. Espero que seja só um estado de alma passageiro.
    Beijinho
    Ruthia d'O Berço do Mundo

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