quarta-feira, 3 de outubro de 2012

No silêncio de mim...

Sem palavras me aquieto dentro de mim,
já não sou mais como um viajante sem rumo e sem jardim,
me deleito na quietude da minha presença,
como um solitário na melodia do próprio silêncio.

No silêncio de mim me encontro,
me perco, me reencontro,
sem explicações desnecessárias e desconexas,
das coisas que ao redor não me despertam.

Já não busco o improvável,
mas gostaria de me surpreender,
como dádiva Divina,
na imensidão do meu viver.

No silêncio de mim eu descanso,
já sem lutar com meus braços,
me deleito,
relaxo,
No silêncio de mim...
(Simone Prado)

7 comentários:

  1. No silêncio de ti a esperança deve estar, sempre, presente.
    Beijos.

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  2. Boa tarde, Simone. Silêncio vivenciado por nós mesmos é a condição natural para refletirmos, encontrarmos um caminho melhor a ser seguido, ouvir a voz da nossa consciência, que na multidão fica ofuscada.
    Todos precisamos desse silêncio, da introspecção, do redescobrir-se.
    Parabéns!
    Beijos na alma e fique na paz!

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  3. Adorei amiga, acho que no silencio de nós a gente se compreende melhor,Bjoooosss

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  4. Nas papoilas adormecida
    Lá no prado lindas estão
    Porque estará ela aborrecida
    Fazendo sofrer o seu coração!

    No silêncio com tristeza
    De inquieta ansiedade
    De paixão com certeza
    Desejando a felicidade!

    No reencontro se perdeu
    O jardim não encontrou
    Por que razão aconteceu
    A surpresa não explicou!

    Assim triste
    deitada continuou!

    Boa noite para você,
    amiga Simone Prado,
    beijinho
    Eduardo.

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  5. Simone, nos entendemos no nosso silêncio.
    Beijo
    Manoel

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  6. Este silêncio de nós: tão necessário e urgente.
    Vital, por vezes.

    Um beijinho

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  7. Lindo! Muitas vezes realmente nos perdemos nesse silêncio, onde após nos perder, muitas vezes nos reencontramos.
    Bjo

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